A RHDC- CONSULTORIA & SERVIÇOS LDA tem (140) vagas de emprego disponiveis

A RHDC- CONSULTORIA & SERVIÇOS LDA tem (140) vagas  de emprego disponiveis
A RHDC- CONSULTORIA & SERVIÇOS LDA tem (140) vagas de emprego disponiveis

20 Fevereiro, 2019

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Informamos que todas as oportunidades de emprego publicadas no site VAGAS.INFROMOZ, sem excepção, não implicam qualquer custo para os candidatos

A RHDC- CONSULTORIA & SERVIÇOS LDA, é uma empresa de Consultoria em Recursos Humanos, de direito Moçambicano que opera nas áreas de Agenciamento de Emprego, Recrutamento e Selecção, Formação Profissional, Avaliação e Desenvolvimento de Competências, Trabalho Temporário, pesquisas entre outras áreas.

A nossa Cliente é a FUNDAÇÃO ARIEL GLASER CONTRA O SIDA PEDIÁTRICO (ARIEL), uma ONG Nacional que trabalha em parceria com as Direcções Provinciais de Saúde, Serviços Distritais de Saúde da Mulher e Acção Social (SDSMAS) e Hospitais Rurais (HR) nas Províncias de Maputo e Cabo Delgado. Apoia a implementação, acesso e expansão dos Serviços Clínicos de HIV integrados e de qualidade, especificamente o Programa de Saúde Materno Infantil (SMI) /Prevenção de Transmissão Vertical (PTV), Cuidados e tratamento Anti – retroviral (TARV) para Crianças e Adultos e apoio psicossocial através de uma abordagem de Fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde. E, no âmbito da consolidação da sua estratégia, através da sua parceira com  a RHDC- Consultoria & Serviços Lda, pretende recrutar Digitadores, conselheiros, Técnicos de: Medicina Geral, Farmácia, Laboratório e SMI,  com disponibilidade imediata, para trabalharem nos  distritos de  Ancuabe, Balama, Chiure, C.Pemba, Macomia, Meluco, Mecufi, M. Praia, Montepuz, Mueda, Muidumbe, Namuno, Nangade, Palma, P. Metuge, Quissanga, Ibo  da Província de Cabo Delgado.

DIGITADORES  (m/f):

Cabo-Delgado – 01 Ancuabe; 04 Balama; 03 Chiure; 04 Cidade de Pemba; 04 Macomia; 03 Meluco; 01 Mecufi; 02 Mocímboa da Praia;

01 Montepuz; 05 Mueda; 02 Muidumbe; 01 Namuno; 03 Nangade; 01 Palma; 03 Pemba Metuge,  03 Quissanga; OBJECTIVO DA FUNÇÃO:

O Digitador estará sob a supervisão directa de Supervisor de HIV/Director Clinico da Unidade Sanitária onde estiver alocado c om apoio do Oficial de Monitoria e Avaliação do parceiro. Esta figura deverá cumprir normas e procedimentos administrativos da Unidade Sanitária, assim como da Parceira. A assiduidade e pontualidade deverão ser controladas ao nível da Unidade Sanitária como qualquer outro funcionário e a área técnica pelo responsável clínico da US.

RESPONSABILIDADES:

o  Manter os PTS actualizados e com uma boa qualidade de dados.

o  Garantir a digitação completa e correcta dos dados na base de dados (PTS/SESP) de PTV e TARV,

o  Garantir a ligação das fontes para alimentar o PTS (processo clinico, FILA, Livro de Registo da Farmácia, Receita, Livros TARV,

Grávidas HIV+ da PTV, Livro de TB, TPI, …)

o  Participar na colheita, análise e elaboração de relatórios mensais dos programas implementados dentro da Unidade Sanitária ou

Distrito que estiver afecto, sempre que for necessário

o  Garantir a disponibilidade de cópias de todos resumos mensais com qualidade, dos programas implementados pela Unidade Sanitária e indicadores que não são reportados pelo Sistema de Informação para Saúde, assim como Backups dos SESPs de TARV e PTV;

o  Apoiar em actividade que visam melhorar a qualidade de Informação produzida ao nível da Unidade Sanitárias ou Distrito, dos implementados pela Unidade Sanitária

o  Manter os SESPs funcionais e contribuir para a disponibilização de todas as fontes a serem digitadas na Base de dados

o  Fortificar a ligação entre a digitação, registo e o NED, orientando todos os intervenientes, de modo que seja funcional mesmo

com a sua ausência;

o  Coordenar o Fluxograma dos processos clínicos desde o arquivo, consulta, registo nos livros TARV, digitação no PTS, e seu arquivo.

o  Identificar  pacientes  faltosos/abandonos  e  levantar  os  respectivos  FILAS  ou  livro  de  farmácia  para  confirmar  o  ultima

levantamento.

o  Imprimir semanalmente as lista dos faltos e entregar ao ponto focal para as buscas activas, e actualizar o resultado da busca no

PTS.

o  Participar nos comités TARV da US e apresentar constatações sobre o preechimento dos processos clínicos

REQUISITOS:

o  Nível básico escolaridade;

o  Noções básicas de Informática na óptica de utilizador (Office);

o  Habilidades de Digitação;

OUTRAS HABILIDADES E CAPACIDADES ESSENCIAIS:

o  Comunicação verbal e escrita adequada e clara;

o  Noções básicas de SIS;

CONSELHEIROS (m/f):

Cabo-Delgado – 07 Ancuabe; 02 Balama; 12 Chiure; 05 Pemba; 02 Macomia; 01 Mocímboa da Praia; 13 Montepuez; 05 Mueda; 08

Muidumbe;  09 Namuno;

OBJECTIVO DA FUNÇÃO:

O conselheiro leigo é responsável por realizar actividades de aconselhamento e de educação em saúde para os utentes e familiares nas Unidades Sanitárias, nos diversos serviços: Aconselhamento e educação para os doentes crónicos, (TB, HIV – ATS & TARV/Adesão, IO, Diabetes, Hipertensão), Saúde Sexual e Reprodutiva, Saúde Infantil e do Adolescente, Saneamento do Meio, seguimento e gestão dos GAAC, etc. a fim de encorajar a prevenção e/ou correcto seguimento do tratamento destas doenças, garantindo um ciclo de cuidados contínuos em saúde.

RESPONSABILIDADES:

2.1) Aconselhamento e Testagem (AT):

a)    Aconselhamento para a testagem em HIV, pré e pós-teste aos utentes voluntários e/ou pacientes referidos por outros sectores

(enfermaria, consultas externas, SMI, PNCT, etc.) referenciando casos positivos para seguimento nos Serviço TARV;

b)    Realizar despiste de Tuberculose e ITS, referenciando para o clinico os casos suspeitos para devido seguimento.

2.2) Aconselhamento para adultos e crianças:

a)    Acolhimento inicial. Abertura de processo clínico a crianças e adultos incluindo grávidas e lactantes;

b)    Realizar aconselhamento a pacientes que iniciaram TARV (sessões pré-TARV);

c)     Realizar aconselhamento a pacientes que apresentam risco de baixa adesão no contexto clínico considerando o perfil de abandonos de cada provincia.

d)    Preencher ficha de seguimento de aconselhamento, reportando informações relevantes quanto ao seguimento psicossocial de

cada paciente;

e)    Identificar crianças e adolescentes para revelação do sero estado e em conjunto com o Oficial de Programa ou o psicólogo/clinico da US proceder a revelação diagnóstica.

f)     Diariamente visitar enfermarias (adultos e pediátrica), prestando apoio psicossocial a pacientes inscritos no Serviço TARV e suas

famílias, velando para que não haja perda de seguimento durante o tempo de internamento.

g)    Apoiar as enfermeiras de SMI no seguimento das mulheres grávidas e lactantes no âmbito da PTV e CCR;

h)    Aconselhamento de sensibilização para a Prevenção Positiva

2.3) Educação para saúde:

a)    Incentivar a formação de grupos de apoio a pacientes com doenças crónicas dentro da Unidade Sanitária;

b)    Educação nas Unidades Sanitárias sobre várias doenças endémicas/sazonais características de cada região/zona;

c)     Realizar palestras educativas, sensibilizando utentes de todos os sectores da Unidade Sanitária acerca de mensagens de promoção de saúde;

d)    Educação para promoção de bons hábitos de higiene e segurança alimentar;

e)    Participar eventualmente em actividades de capacitação dos grupos comunitários na comunidade, comunicando mensagens de promoção de saúde, redução do estigma/discriminação, etc.

2.4) Gestão e seguimento dos GAAC:

a)    Apoiar equipe clínica na sensibilização dos pacientes com critérios para inclusão no GAAC;

b)    Aconselhar o paciente sobre as vantagens de inclusão no GAAC e necessidade de seguimento de adesão;

c)    Receber os membros do GAAC e avaliar adesão ao TARV de forma individual e grupal;

d)    Participar no processo de capacitação dos pontos focais dos grupos para disseminação de mensagens correctas de adesão;

e)    Participar do processo de supervisão periódica nos encontros dos grupos, para avaliação da responsabilização existente no grupo e componentes de auto-ajuda.

2.5) Seguimento dos Pacientes em TARV e Gestão dos ARVs na Farmácia:

a)    Registar o levantamento de ARVs na FILA com recurso as receitas médicas;

b)    Gerir o ficheiro móvel (FILA) na Farmácia, SMI e TB (paragem única);

c)     Identificar e separar FILAS de faltosos e abandonos, em seguida efectuar o preenchimento no respectivo livro (faltosos e abandonos);

d)    Apoiar a entrega diária de FILAS actualizados ao sector de digitação para actualização do e-PTS;

e)    Apoiar o registo de levantamento de ARVs dos pacientes de fluxo rápido na agenda;

f)     Apoiar o Técnico de Farmácia a registar o levantamento de ARVs no LRDA;

g)    Apoiar a ESMI a registar o levantamento de ARVs no livro de registo de medicamentos ARVs para PTV;

h)    Actualizar os levantamentos de ARVs nas FILAs de todos os membros dos GAAC;

i)      Apoiar a compilar e manter actualizada uma lista de criancas que estão a tomar Kaletra (LPV-R) – (Nome, NID, idade, data inicio e regime);

j)     Apoiar a compilar e manter actualizada uma lista de pacientes em segunda linha (Nome, NID, idade, data inicio segunda linha e

regime).

2.6) Ligação entre serviços:

a)    Fazer seguimento dos pacientes referenciados para Apoio Psicossocial;

b)    Participação regular em encontros multidisciplinares de coordenação do TARV;

c)    Colaborar para o bom andamento das actividades em equipa multidisciplinar;

d)    Facilitar o fluxo de atendimento e acompanhamento dos utentes entre os diversos serviços da Unidade Sanitária (PNCT, Serviço TARV adulto e pediátrico, Enfermaria, CPN, SAAJ, CCR, FARMÁCIA, etc.);

e)    Identificar os recursos disponíveis na comunidade e estabelecer sistemas de referência e contra-referência de acordo com as  necessidades  identificadas  e  de  acordo  com  a  realidade  onde  actua  (cuidados  domiciliários,  busca  activa  de

faltoso/abandonos ao Serviço, visitas domiciliares, apoio alimentar, etc.).

Requisitos

a)    10a. Classe;

b)    Idade inferior a 35 anos;

c)    Fluência língua portuguesa & língua local;

d)    Formação em aconselhamento em saúde e HIV;

e)    Habilidade para educação e aconselhamento em saúde assim como trabalho social;

f)     Boa capacidade de comunicação;

g)    Espírito de equipa, flexibilidade e diplomacia.

TÉCNICOS DE FARMÁCIA (m/f):

Cabo-Delgado – 01 Ancuabe; 01 Balama; 01 Mocímboa da Praia; 01 Namuno; 01 Palma;

OBJECTIVO DA FUNÇÃO:

O Técnico de Farmácia vai estar afecto no depósito provincial de medicamentos, sob supervisão do gestor do DPM.

RESPONSABILIDADES:

•      Apoiar os Depósitos Distritais de Medicamentos e as Unidades Sanitárias, num processo de quantificação das necessidades de consumo de medicamentos e artigos médicos.

•    Apoiar o gestor de DPM e US na, na análise de consumos dos DDM e US , alertando sobre possíveis erros.

•    Garantir o envio de quantidades certas e atempadas de medicamentos e artigos médicos.

•    Apoiar a monitoria dos indicadores de desempenho da cadeia lógica de um medicamento.

•     Garantir a implementação do Check list de monitoria de stock nas US.

•    Garantir a gestão correcta de prazos de validade de produtos no armazém.

•    Representar o gestor de armazém em qualquer actividade por ele incumbido

Requisitos

1.    Possuir o Curso de médio em Farmácia com pelo menos 5 anos de prática na área de Farmácia, com experiência dentro do Sistema

Nacional de Saúde, incluindo políticas, protocolos e estrutura de gestão no nível provincial e distrital.

2.    Experiência na gestão de medicamentos no geral e especificamente na gestão dos MARVs e TDR HIV.

3.    Bom conhecimento do Sistema de Informação de Medicamentos e Artigos Médicos (SIMAM).

4.    Flexibilidade em aprender outros sistemas informáticos.

5.    Experiência na capacitação de pessoal, supervisão do sistema logístico e de informação da área farmacêutica.

6.    Português falado e escrito fluentemente; conhecimento de Inglês será uma vantagem.

7.    Facilidade de ser pro-activo e trabalhar sob pressão.

8.    Conhecimento em programas de computador: Word, Excel, PowerPoint e Microsoft Outlook.

MOTOQUEIRO (m/f):

Cabo-Delgado – 02 Chiure; 02 Macomia; 03 Namuno;

OBJECTIVO DA FUNÇÃO:

Apoiar a equipa da US no serviço de referenciamento de amostras, das US periféricas, para as US das  sedes distritais e entrega de resultados das análises das sedes distritais para as periferias.

Apoiar a equipe técnica do laboratório na prestação de serviços administrativos de qualidade, garantindo o cumprimento do tempo de resposta laboratorial útil das diversas análises clínicas, melhorando o atendimento humanizado dos pacientes, fazendo face à escassez de recursos humanos nos laboratórios, aliviando os Técnicos de Laboratório dos serviços administrativos.

Apoiar a US nas buscas activas dos pacientes

3. Responsabilidades.

➢    Promover um atendimento humanizado aos pacientes e utentes do Laboratório no geral, por forma a evitar as queixas por mau atendimento;

➢   Fazer a recepção e triagem primária de amostras, de forma segura, detectando eventuais anomalias no acondicionamento das

mesmas.

➢   Realizar o registo das amostras dos pacientes no livro de entrada de pacientes, e livros de referenciamento

➢   Registar os resultados emitidos pelos diversos sectores do laboratório,

➢   Arrumar e protocolar  todos  os  resultados dos diversos sectores  por paciente/Unidade Sanitária/Enfermaria que referencia as

amostras,

➢   Garantir toda a informação aos pacientes sobre a colheita das diversas amostras e o tempo de entrega no laboratório.

➢   Melhorar o arquivo de toda a informação do laboratório, nomeadamente livros de registo, fichas de stock e diversos documentos.

➢   Garantir a entrega atempada das amostras e dos resultados laboratoriais

➢   Zelar pelos instrumentos de trabalho de forma a garantir serviços ininterruptos

Habilitações literárias e outras aptidões:

10ª Classe

Carta de condução para motorizadas válida

Ser residente na área requerida, Sentido de responsabilidade

Honesto, empenhado, sentido de arrumação e asseio.

TÉCNICO MEDICINA GERAL  (m/f):

Cabo– Delgado 02 Ancuabe; 01 Balama; 02 Chiure; 02 Cidade de Pemba; 01 Macomia; 01 Meluco; 01 Mecufi; 01 Mocímboa da Praia, 01

Montepuez; 01 Mueda; 01 Muidumbe;  01 Namuno; 01 Nangade; 01 Palma; 01 Pemba Metuge; 01 Quissanga; 01 Ibo;

OBJECTIVO DA FUNÇÃO:

Técnico de Medicina Geral estará sob a supervisão directa do acessor clinico sénior da Fundação Ariel na Unidade Sanitária onde estiver alocado. Esta figura deverá cumprir normas e procedimentos administrativos da Unidade Sanitária. A assiduidade e pontualidade deverão ser controladas ao nível da Unidade Sanitária como qualquer outro funcionário e a área técnica pelo responsável clínico da US.

Responsabilidades:

✓    Desenvolver abordagens eficazes para fornecer assistência técnica, providenciado cuidados e tratamento para o HIV e TB, e trabalhar com equipa técnica dos SDSMAS na implementação de abordagens integradas de cuidados e tratamentos e de TB ao

nível das USs.

✓    Apoiar na melhoria do desempenho da unidade sanitária, para os serviços de cuidados e tratamento de HIV e de TB em todas as suas  componentes  (testagem  de  HIV,  aconselhamento,  TARV  nos  Adultos,  actividades  de  Ligação  TB/HIV,  identificar  e

encaminharos e contactos de TB a US, garantir o controlo de infecção de TB e nas prevenção de HIV e TB) para um numero crescente de pacientes adultos contribuindo para o alcance das metas da abordagem 90/90/90 (90% de pacientes que conheçam o seu sero estado de HIV, 90% de pacientes HIV+ em TARV e 90% de pacientes com TARV com supressão viral).

✓    Providenciar actualização de novas abordagens, réplicas da abordagem de Testar e Iniciar e operacionalização da d Implementar soluções para melhorar a retenção dos pacientes HIV+ em C&T e coordenação de estratégias inovadoras no contexto do local

prisional e reforçar o diagnóstico, cuidados, tratamento e seguimento clínico/laboratorial dos casos de falha ao tratamento

(virológica, imunológica, clínica) no centro de saúde apoiado e contribuir para inclusão de pacientes elegíveis para as 2as linhas.

✓    Fornecer assistência técnica directa às Unidades Sanitárias com serviços integrados de tratamento do HIV, incluindo capacitação de pessoal, orientação dos provedores das Unidades Sanitárias na melhoria de serviços de laboratório (Fluxo de amostras de

Carga Viral e CD4, BK, GX, Cultura, Bioquimica)e farmácia(Dispensa Trimestral, fluxo rápido, stock MARVs e de antituberculostáticos) e sistemas de informação

✓    Apoiar os provedores das unidades sanitárias na análise de fluxo de pacientes, melhoria dos sistemas de apoio à adesão, desenvolvimento ou melhoria de sistemas de referência, etc.

✓   Apoiar os SDMAS e participar na realização de comités clínicos distritais para avaliação e seguimento dos pacientes

✓   Elaborar os relatórios técnicos conforme as necessidades do programa de HIV e de TB

✓   Garantir a boa qualidade dos cuidados pré-TARV e TARV, e a implementação da abordagem testar e Iniciar

✓   Analisar os indicadores programáticos relacionados a C&T e TB para direccional intervenções prioritárias

Requisitos necessários:

✓   Ter experiência como Técnico de Medicina Geral;

✓   Pelo menos 2 (dois) anos de experiência em programas de cuidados de saúde

✓    Experiência de atendimento clínico é obrigatória (diagnóstico, manejo e tratamento de doenças comuns no país); Capacidade organizacional e para escrever e interpretar relatórios;

✓   Não ter vínculo com o ESTADO;

✓   Conhecimento de sistemas informáticos e programas (Word, Excel e PP)

✓   Fluência em Português;

Saúde Materno Infantil – SMI (m/f):

Cabo-Delgado – 01 Chiure; 01 Cidade de Pemba; 01 Muidumbe;

OBJECTIVO DA FUNÇÃO;

O Enfermeiro de Saúde Materno Infantil estará sob a supervisão directa do assessor clínico sénior da Fundação Ariel na Unidade Sanitária onde estiver alocado. Esta figura deverá cumprir normas e procedimentos  administractivos da Unidade Sanitária. A assiduidade e pontualidade deverão ser controladas ao nível da Unidade Sanitária como qualquer outro funcionário e a área técnica responsável pelo clínico da US.

Responsabilidades:

•Organização dos serviços SMI, arquivos clínicos e integração dos serviços TARV nas sub-divisões (CCR, CPN, Maternidade, CPP, PF, SAAJ), vice-versa.

•Garantir a qualidade de preenchimento dos processos clínicos, fichas de seguimento, livros de registo nas consultas, CPN, Maternidade,

CCR, FILA, MMIA, etc.

•Garantir a qualidade do seguimento do paciente – diagnóstico correcto, estadiamento da OMS, determinação precoce da elegibilidade ao TARV, início TARV, rastreio da Tuberculose, Tratamento Profiláctico com Isoniazida (TPI) e com Cotrimoxazol (TPC), avaliaç ão nutricional e da adesão, cumprimento das linhas do tratamento em função do diagnóstico e peso, aconselhamento, periodicidade de pedido das análises de controle de CD4, hemograma, e bioquímica.

Na CPN (Consulta pré-Natal): Verificar o acesso e qualidade da testagem para a mulher nas consultas (ATIP), pedido de CD4, carga

viral, linhas de  tratamento (PTV, TARV, TB, ITS’s, TIP e IO’s), envolvimento do parceiro (convite, aconselhamento, testagem e

seguimento/encaminhamento), preenchimento correcto das fichas/livros e dos resumos mensais.

CCR: avaliação do crescimento, entrega dos resultados e aconselhamento das mães, ligação com os serviços de TARV, início TARV para crianças PCR DNA positivas, início do cotrimoxazol para crianças expostas ao HIV na primeira consulta e avaliar o tempo de profilaxia tendo em conta a opção de PTV (A ou B+) e o aleitamento materno, vacinação, avaliação nutricional (tratamento e suplementação), teste rápido aos 9 e 18 meses.

Monitorar os critérios de alta na CCR.

PCR: garantir a colheita do PCR na primeira consulta (antes de 8 semanas) ou na primeira oportunidade (presença da criança na CCR, caso se trate de uma criança recuperada – PFM/CCS/Nutrição), disponibilidade dos KITs de PCR e registos, colheita e registo de PCR de confirmação.

Na CCS (Consulta da criança Sadia): vacinação, peso, suplementação, desparasitação, testagem massiva de crianças órfãs/cujos pais

apresentam seroestado desconhecido ou ainda com sinais e sintomas sugestivos de infeccão por HIV (dermatites, infecções respiratórias de repetição, candidíase oral/esofágica, otite/otorreia, diarreia persistente/crónica, malnutrição, etc) – se positivas, encaminhar para o início de TARV (maiores de 18 meses) ou para o CCR (colheita de PCR e seguimento em menores de 18 meses, nestes casos deve-se avaliar o Diagnóstico Presuntivo do HIV).

Maternidade: Garantir o seguimento da mãe e do recém-nascido, Garantir o preenchimento dos livros de registo da maternidade,

aconselhamento e testagem a toda MG na Maternidade, profilaxia das grávidas Positivas assim como das crianças expostas, referência das Crianças expostas e Mães HIV Positivas ás consultas da CCR, referir todas parturientes ás consultas de pós parto;

Gestão  de  medicamentos  no  sector:  verificar  o  stock  de medicamentos,  prazos  de  validade,  conservação e  uso  racional  dos

medicamentos e testes, preenchimento do MMIA e FILA, privacidade dos utentes no levantamento dos medicamentos (guichés).

Falência terapêutica: discussão de casos clínicos, colheita e envio de amostras de carga viral, envio de casos á província, organização dos arquivos e relatórios de casos de falência terapêutica.

•Avaliar a qualidade de seguimento de mulheres grávidas e lactantes HIV+ nas paragens únicas de SMI: organização dos processos

(NIDs/Ordem alfabética) e FILAs (semanas), uso de FILAs para a selecção de faltosos e abandonos (referir para a busca consentida), priorização das mulheres acompanhadas pelo parceiro, início de TARV na maternidade/pós parto e CCR, seguimento da mulher e da criança na CCR no mesmo dia (juntar os processos) até o diagnóstico definitivo da criança.

Referência de mulheres: apoiar as US sem TARV no encaminhamento das mulheres grávidas HIV+ com critérios TARV para iniciar o

tratamento na US TARV mais próxima, implementar as guias de transferência das mulheres grávidas de um serviço para o outro (início TARV na maternidade deve abrir o processo no pós parto e continuar o seguimento na CCR) e de uma unidade sanitária para outra (ex. A alta de uma mulher numa US de referência ou distante da sua residência, deve ser acompanhada de uma guia a referir o regime de PTV da mãe e da criança).

•Participar nas reuniões distrital e provincial de balanço da actividade. Discutir, distribuir e avaliar o grau de cumprimento das metas de

PTV ao nível das unidades sanitárias e distrito.

•Garantir a profilaxia com cotrimoxazol a todas as mulheres grávidas HIV+ e profilaxia ARV a todas as crianças expostas na maternidade e CCR.

•Monitorar a retestagem para o HIV de 3 em 3 meses.

•Monitorar a avaliação e suplementação nutricional para a mulher grávida HIV+ (medição do perímetro braquial em todas as consultas).

Priorizar a testagem de parceiros (tanto das mulheres HIV+ e -) e de menores de 14 anos (de mulheres HIV+).

Para além das tarefas atrás mencionadas, realiza outras tarefas conexas relativas ao bom desempenho dos serviços, devendo con servar em boas condições os bens e equipamentos de trabalho que lhe forem confiados, considerando-se parte integrante da actividade a prestar e todas as tarefas necessárias à prossecução dos objectivos que a determinam, compreendendo nestas as funções que lhe sejam afins ou funcionalmente ligadas, para as quais o Trabalhador detenha qualificação adequada e que não impliquem desvio nem abuso de confiança.

Se reúne os requisitos já enumerados e tem experiência comprovada, envie os seguintes documentos: Carta de Motivação, Bilhete de Identidade autenticado, Certificado de Habilitações Literárias autenticado, Curriculum Vitae detalhado em formato word e em Português. Os interessados devem submeter as candidaturas aos Serviços Distritais de Saúde Mulher e Acção Social (SDSMAS) correspondentes aos distritos na qual se candidatam, até ao dia  22. 02. 2019.

DISCRICAO
VAGAS NÃO SE PAGA

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